Sábado, 16 de Julho de 2005

SREBRENICA 10 anos

SrebrenicaZero.jpg
publicado por António Luís Catarino às 02:04

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Segunda-feira, 11 de Julho de 2005

BRETANHA - A LENDA DE MARIE-MORGANE

vague1.jpg
Lorsque la mer fut apaisée, le saint homme Guénolé, servi par le vieux Gradlon, voulut dire une messe pour le salut de la ville engloutie. Alors qu'il élevait le calice, surgit des eaux scintillantes, le torse blanc d'une fille aux cheveux de cuivre, un bras levé au ciel. Une lourde queue d'écailles bleues terminait son corps.
C'était Ahès-Dahut, devenue Marie-Morgane. La main de Guénolé trembla si fort, que le précieux calice lui échappa et vint se briser sur les rochers. La messe ne fut point consommées, Is demeure maudite et Morgane sirène. Chaque fois que se montre Ahès, un orage terrible est bien près de crever.

Un jour, le patron Porzmoger, avait mouillé sa barque en baie. Quand il voulut remonter l'ancre, il ne put parvenir à la décrocher. Il se dévêtit et se laissa glisser le long du filin.
L'ancre était accochée dans las branches d'une croix dorée au sommet d'une église. Des cloche s'ébranlèrent, et il sombra le long de la tour. Par une fenêtre sans vitrail, il pénétra dans une nef illuminée où se pressait une foule fervente, et adossé à l'autel, un prêtre attendait Porzmoger.
Le sacristain quêteur présenta au marin un large plat où s'entassaient des pièces d'or aux curieuses marques : "Pour les chers trépassés". Porzmoger n'avait pas un liard, il secoua les épaules, alors le prêtre ouvrit les bras et se mit à chanter : "Dominum vobiscum" . Puis une grande plainte monta de la nef, où les assistants devinrent cadavres livides et squelettes blanchis.

La princesse vint au pêcheur : "Ne pouvais-tu répondre et cum spirit tuo, Porzmoger ! Tu nous aurais sauvés tous."

A l'instant, il reconnut Marie-Morgane, et sut qu'il était dans Is. Il n'eut que le temps de remonter par la corde des cloches et le filin d'ancrage. A peine avait-il sectionné le filin et hissé la voile, que l'orage fantastique de la sirène creusait déjà les vagues autour de lui.

Et la ville d'Is attend toujours que finisse, enfin, la messe de rachat.


Extrait de Légendes de la Mer de Pierre-Jakez Hélias
publicado por António Luís Catarino às 17:41

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UM CRIME NÃO PRESCREVE!

Fernando Pereira.jpg
Militantes da Greenpeace organizaram no passado dia 2 de Julho de 2005 em cerca de 15 cidades francesas acções para recordar o militante eco-pacifista de origem portuguesa, Fernando Pereira, fotógrafo de profissão, vítima de um atentado organizado e perpetrado pelos serviços secretos franceses contra o barco Rainbow Warrior. Nele explodiram duas bombas, provocando a morte do militante da Greenpeace e o afundamento do Rainbow Warrior, no porto de Auckland, em 10 de Julho de 1985.
Com esse atentado terrorista o estado francês pretendia pôr um ponto final na campanha levada a cabo pela Greenpeace contra os ensaios nucleares do exército francês em Mururoa, na Polinésia francesa.
Em Avignon, Bordéus, Cherbourg, Grenoble, Lille, Lyon, Marseille, Montpellier, Nantes, Paris, Poitiers, Rennes et Strasbourg, os militantes franceses da Greenpeace rebaptizaram várias ruas com o nome de Fernando Pereira, tendo acrescentado o seguinte: "rue, place ou site Fernando Pereira Militant pacifiste tué par l'Etat français lors de l'attentat du Rainbow Warrior »
(rua, praça ou lugar Fernado Pereira Militante pacifista morto pelo Estado francês no atentado do Rainbow Warrior).
Recorde-se que, 20 anos depois, o Estado francês ainda nem sequer apresentou desculpas á família de Fernando Pereira. « Muitos dos agentes secretos que estiveram envolvidos na operação saíram impunes», declara Marelle Pereira, filha de Fernando Pereira. Apenas Dominique Prieur e Alain Mafart ( os famosos falsos esposos Turenge), foram presos na Nova Zelândia, e condenados a 10 anos de reclusão, mas regressaram a França ao fim de 3 anos!!!
(RETIRADO DO A-ZINE)
publicado por António Luís Catarino às 17:04

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Segunda-feira, 4 de Julho de 2005

COSMOS-1

solar_sail_icon.jpg

Por que é que esta notícia, rebuscada na Net e finalmente encontrada, nos move na direcção da última fronteira, na derradeira hipótese de (des)construção?
publicado por António Luís Catarino às 22:01

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OS REBEL CLOWNING

rebelclowning.jpg
REBEL CLOWNING
What is it?

"Clowns always speak of the same thing, they speak of hunger; hunger for food, hunger for sex, but also hunger for dignity, hunger for identity, hunger for power. In fact, they introduce questions about who commands, who protests."
— Dario Fo (Italian playwright/fool)


CIRCA is reclaiming the art of Rebel Clowning, it's combatants don't pretend to be clowns, they are clowns, real trained clowns. Clowns that have run away from the anaemic safety of the circus and escaped the banality of kids parties, Fools that have thrown away their sceptres and broken the chains that shackled them to the throne.

CIRCA aims to make clowning dangerous again, to bring it back to the street, restore its disobedience and give it back the social function it once had: its ability to disrupt, critique and heal society. Since the beginning of time tricksters (the mythological origin or all clowns) have embraced life's paradoxes, creating coherence through confusion - adding disorder to the world in order to expose its lies and speak the truth.

The rebel clowns that make up CIRCA embody life's contradictions, they are both fearsome and innocent, wise and stupid, entertainers and dissenters, healers and laughing stocks, scapegoats and subversives.

Rebel Clowns are trained by CIRCA recruiting officers, using a variety of different exercises, training includes finding your inner clown, civil disobedience tactics, learning to be spontaneous and playful, practicing clown gaggle manoevers and last but not least marching and drilling.
publicado por António Luís Catarino às 21:54

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Sexta-feira, 1 de Julho de 2005

MISÉRIA DE AVENTURA, AVENTURA DE MISÉRIA!

bicicletaCMP.gif
A aventura e a deriva patrocinada pela Câmara Municipal do Porto: umas bicicletas multicolores, no Monte Aventino à Velasquez, caucionadas por cheques, passaportes ou cartão de contribuinte. A miséria da aventura no seu melhor.
publicado por António Luís Catarino às 23:37

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LIBERDADE E RESISTÊNCIA

resis4.jpg
1899 - Coimbra, 1917 - CEP, Flandres, 1927 - Porto, 1936-39 - Espanha, 1945 - maquis, França, 1958 - Portugal, 1969 - Luar, 1974 - Portugal, 2005 - Lisboa. A deriva, o jogo e a resistência.
publicado por António Luís Catarino às 02:09

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